Uma avalanche de informações caem sobre nós todos os dias
Ai ai que nos soterram...falta folego,o que será que estaremos perdendo se não abrimos essa página,esse e-mail?
Talvez nada de importante
É melhor pensar assim
É preciso dar um tempo
dizer basta
pois mesmo querendo jamais saberemos tudo
Não seja tolo
Afunde os pés numa bacia de água morna
converse com amigos e brinque
Ou morra enlouquecido nesse mundo de apelos visuais e informações sem fim.
Tuesday, January 25, 2011
Wednesday, January 19, 2011
Will e Ariel Durant sobre "civilização"
"A civilização é um rio com margens.às vezes,o rio está cheio de sangue que vem de pessoas que estão matando,roubando,fazendo coisas que os historiadores costumam registar;enquanto nas margens,sem serem notadas,pessoas constroem casas,fazem amor,criam os filhos que tiveram,cantam canções,escrevem poesias e até esculpem estátuas.
A história da civilização é o que acontece nas margens."
A história da civilização é o que acontece nas margens."
Saturday, January 15, 2011
Assim eu vejo a vida
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Cora Coralina
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Cora Coralina
Tuesday, January 11, 2011
Constante
Mesmo sabendo muito não sabemos nada,
é constante o aprendizado.
"Eu sei de tudo" nos torna pedantes
e consequentemente morremos mais ignorantes que deveríamos.
é constante o aprendizado.
"Eu sei de tudo" nos torna pedantes
e consequentemente morremos mais ignorantes que deveríamos.
Monday, January 10, 2011
Irã bane os livros de Paulo Coelho
Paulo Coelho, o escritor brasileiro de maior sucesso mundial, está proibido de publicar os seus livros no Irã na semana passada. O banimento foi comunicado ao editor de Coelho no Irã, Iarash Hejazi. O motivo da censura, como em toda boa ditadura, não foi explicitado.
Os livros de Paulo Coelho são publicados no Irã desde 1998. Já vendeu cerca de 6 milhões de exemplares por lá. Diz Coelho:
- Eu sinceramente espero que o governo brasileiro se pronuncie.
Se fosse no governo Lula era melhor esperar sentado. É um bom teste, porém, para o governo que se inicia.
Por Lauro Jardim
Os livros de Paulo Coelho são publicados no Irã desde 1998. Já vendeu cerca de 6 milhões de exemplares por lá. Diz Coelho:
- Eu sinceramente espero que o governo brasileiro se pronuncie.
Se fosse no governo Lula era melhor esperar sentado. É um bom teste, porém, para o governo que se inicia.
Por Lauro Jardim
Friday, January 07, 2011
Pão
Encontrei sentado na calçada um homem esquálido
Pensei estar ele morto de fome
E lhe ofereci pão
Mas o mendigo refugou o pão dizendo
De fome não morrerei
Pois ganho alimento de todos
Mas já que ninguém me oferece um livro
Posso morrer de burrice.
Pensei estar ele morto de fome
E lhe ofereci pão
Mas o mendigo refugou o pão dizendo
De fome não morrerei
Pois ganho alimento de todos
Mas já que ninguém me oferece um livro
Posso morrer de burrice.
Pedras e pedrinhas
![]() |
| A família do velho Nelson.Da esquerda para direita:Filha Marília,filha Elis,genro Wagner,esposa Vanidia,netas Isadora e Vitória. |
Monday, January 03, 2011
Estalo
O tempo não perdoa
É um grande velocista
A criança vira homem
Filho é pai
Pai é avô
Os cabelos caem
Os cabelos ficam brancos
Ele compra tintura pra cabelo
E remédio pra artrite
E pra tantas outras doenças
Que enumerá-las daria uma nova Bíblia
Mas não há tempo para mais nada
A tampa do caixão já foi aberta
Desejo-lhe uma boa jornada
Nesta viagem sem retorno.
É um grande velocista
A criança vira homem
Filho é pai
Pai é avô
Os cabelos caem
Os cabelos ficam brancos
Ele compra tintura pra cabelo
E remédio pra artrite
E pra tantas outras doenças
Que enumerá-las daria uma nova Bíblia
Mas não há tempo para mais nada
A tampa do caixão já foi aberta
Desejo-lhe uma boa jornada
Nesta viagem sem retorno.
Saturday, January 01, 2011
Mudar o mundo?
Não penso mais em mudar o mundo
É a mim que preciso mudar
Pois portador de tantos defeitos
Às vezes tropeço neles
E sinto então que minha consciência me condena.
É a mim que preciso mudar
Pois portador de tantos defeitos
Às vezes tropeço neles
E sinto então que minha consciência me condena.
"A lembrança da morte permanece distante quando se tem muitos projetos na vida."
"Um homem bom também pode ser levado ao crime por por circunstâncias fortuitas.Mas ao contrário do homem perverso,sua consciência o condena."
Sunday, December 26, 2010
Poesia polonesa- Entre tantas tarefas
Entre tantas tarefas
tão urgentes
esqueci que
também preciso morrer
leviano
descuidei dessa obrigação
ou só a cumpri
negligentemente
a partir de amanhã
tudo muda
começo a morrer com cuidado
com sapiência otimismo
sem perda de tempo.
Tadeusz Rózewicz-Tradução Marcelo Paiva de Souza
tão urgentes
esqueci que
também preciso morrer
leviano
descuidei dessa obrigação
ou só a cumpri
negligentemente
a partir de amanhã
tudo muda
começo a morrer com cuidado
com sapiência otimismo
sem perda de tempo.
Tadeusz Rózewicz-Tradução Marcelo Paiva de Souza
"Morrer de amor é se acabar em lágrimas de tanta saudade."
Tuesday, December 21, 2010
Calor
O calor faz suar rios que deslizam pelo corpo quente.
Não há vento,não há fria água que acalme
O sangue que ferve.
Pedras de gelo morrem em poucos minutos.
Os abanos manuais não fazem diferença,é o inferno na terra.
Quando o sufoco já é demais,a energia retorna
E com ela religa-se o climatizador.
Que invenção divina!
Não há vento,não há fria água que acalme
O sangue que ferve.
Pedras de gelo morrem em poucos minutos.
Os abanos manuais não fazem diferença,é o inferno na terra.
Quando o sufoco já é demais,a energia retorna
E com ela religa-se o climatizador.
Que invenção divina!
Mário Quintana- Ah!Os relógios
Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...
Mario Quintana - A Cor do Invisível
Fernando Sabino-Frases
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
"Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um."
"Antes de mais nada fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor."
"O DURO OFÍCIO DE ESCRITOR
“Para mim, o ato de escrever é muito difícil e penoso, tenho sempre de corrigir e reescrever várias vezes. Basta dizer, como exemplo, que escrevi 1.100 páginas datilografadas para fazer um romance, no qual aproveitei pouco mais de 300.”
"Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um."
"Antes de mais nada fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor."
"O DURO OFÍCIO DE ESCRITOR
“Para mim, o ato de escrever é muito difícil e penoso, tenho sempre de corrigir e reescrever várias vezes. Basta dizer, como exemplo, que escrevi 1.100 páginas datilografadas para fazer um romance, no qual aproveitei pouco mais de 300.”
Saturday, December 18, 2010
Relançamento do livro Os três mosqueteiros
RIO - Quase todo mundo já ouviu falar dos Três Mosqueteiros: eles eram quatro, usavam capa e espada, lutavam pelo rei da França e seu lema, de um romantismo a toda prova, era o (ainda) popular "um por todos, todos por um". Já o número de pessoas que de fato leram a história original de Alexandre Dumas (1802-1870) é bem menor. O escritor, tradutor e crítico literário Rodrigo Lacerda está entre esses leitores: conheceu Athos, Porthos, Aramis e D'Artagnan aos 12 anos numa edição de banca da Editora Abril, de capa vermelha, publicada nos anos 70. Hoje, aos 41 anos e pai de uma adolescente de 15, percebe um certo desconhecimento entre os jovens acerca dos clássicos juvenis. Daí seu orgulho indisfarçável com o lançamento da edição ilustrada de "Os três mosqueteiros" (688 páginas, R$ 69), com apresentação, tradução e notas assinadas por ele e por André Telles, e que é uma das principais apostas da editora Zahar para este Natal.
- Algumas histórias são tão difundidas que transcendem a categoria da literatura. É o caso de clássicos como os "Mosqueteiros", "Moby Dick", "O médico e o monstro": você não precisa ter lido para saber do que se trata. Eles fazem parte do imaginário coletivo, passam a integrar a língua, a cultura, viram mitos culturais - diz Lacerda. - Porém, ler esses livros também é importante. E notei que eles deram uma sumida das livrarias, em algum momento dos anos 90.
O Globo
- Algumas histórias são tão difundidas que transcendem a categoria da literatura. É o caso de clássicos como os "Mosqueteiros", "Moby Dick", "O médico e o monstro": você não precisa ter lido para saber do que se trata. Eles fazem parte do imaginário coletivo, passam a integrar a língua, a cultura, viram mitos culturais - diz Lacerda. - Porém, ler esses livros também é importante. E notei que eles deram uma sumida das livrarias, em algum momento dos anos 90.
O Globo
Thursday, December 16, 2010
Você sabe o que é clepsidra?
A clepsidra ou relógio de água foi um dos primeiros sistemas criados pelo homem para medir o tempo. Trata-se de um dispositivo movido a água, que funciona por gravidade, no mesmo princípio da ampulheta (de areia).
Poesia Polonesa- Ao rio
Ao Rio
Ó rio-clepsidra de água metáfora da eternidade
entro em ti cada vez tão diferente
que poderia ser nuvem peixe ou rocha
e tu és imutável como o relógio que marca
as metamorfoses do corpo e as quedas do espírito
a lenta decomposição dos tecidos e do amor
eu nascido do barro
quero ser teu aluno
e conhecer a fonte o coração olímpico
ó tocha fresca coluna cantante
rochedo da minha fé e do desespero
ensina-me ó rio a ser teimoso e persistente
para que mereça na última hora
repouso na sombra do delta imenso
no sagrado triângulo do princípio e do fim.
Tradução de Ana Cristina César e Grazyna Drabik
Ó rio-clepsidra de água metáfora da eternidade
entro em ti cada vez tão diferente
que poderia ser nuvem peixe ou rocha
e tu és imutável como o relógio que marca
as metamorfoses do corpo e as quedas do espírito
a lenta decomposição dos tecidos e do amor
eu nascido do barro
quero ser teu aluno
e conhecer a fonte o coração olímpico
ó tocha fresca coluna cantante
rochedo da minha fé e do desespero
ensina-me ó rio a ser teimoso e persistente
para que mereça na última hora
repouso na sombra do delta imenso
no sagrado triângulo do princípio e do fim.
Tradução de Ana Cristina César e Grazyna Drabik
O autor mais vendido na Europa em 2010- Stieg Larsson
Stieg Larsson (Skelleftehamn, Suécia, 15 de agosto de 1954 - 9 de novembro de 2004) foi um jornalista e escritor sueco.
Em 2004, aos cinquenta anos, pouco após entregar aos seus editores os manuscritos da Trilogia Millennium, morreu vítima de um ataque cardíaco. Tragicamente, não viveu para assistir ao fenômeno mundial em que a sua obra se tornou.
Em 2008, ele foi o segundo autor mais vendido no mundo, atrás do autor Afegão-Americano Khaled Hosseini.[1]
WIKI
Em 2004, aos cinquenta anos, pouco após entregar aos seus editores os manuscritos da Trilogia Millennium, morreu vítima de um ataque cardíaco. Tragicamente, não viveu para assistir ao fenômeno mundial em que a sua obra se tornou.
Em 2008, ele foi o segundo autor mais vendido no mundo, atrás do autor Afegão-Americano Khaled Hosseini.[1]
WIKI
Subscribe to:
Posts (Atom)
